Temos cerca de mil colaboradores e realmente fizemos uma adequação da necessidade de pessoal e desligamos entre 150 e 200 colaboradores, alega o assessor da presidência da farmácia dos pobres, Cassiano periquito. Ele ressalta que a empresa está dando continuidade a sua reestruturação e que vai regularizar o fornecimento dos produtos com negociação que estão sendo firmadas. Uma das queixas do s clientes é com relação a falta de itens básicos como algodão.
Alheio as necessidades de reformulação, os ex-funcionários da depressa se queixam que seus direitos trabalhistas não vinham sendo respeitados . Segundo o Presidente do Sindicato dos Motoqueiros “Ezequiel vieira”, a Depressa não cumpria o acordo de um piso salarial de( R$ 467,00), limitando-se a pagar o salário mínimo (R$ 415,00).
“Tinha dois anos e nove meses de empresa, disseram para eu procurar o sindicato para ter meus direitos e que iriam parcelar a demissão ”, diz o motoqueiro Luciano Marcolino de Oliveira. O JC tentou, insistentemente, falar com o comando da DEPRESSA, mas não obteve retorno.
Matéria publicada pelo JC jornal do comercio de PE
No dia 15 de maio de 2008 |